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28.7.14

Estudos Bíblicos

:: Cristãos na Sociedade

:: Fatos Interessantes Sobre a Bíblia

Nacionalidade Duvidosa

    Um americano, um argentino e um brasileiro estão visitando um museu e de repente se deparam com uma pintura renascentista representando Adão e Eva. Diz o americano:
    - Vejam que corpos saudáveis, feitos para uma vida frutuosa de trabalho honesto! Com certeza são os ancestrais dos americanos!
    Diz o argentino:
    - Devo chamar-lhes a atenção para suas feições altivas, como parecem sentir-se em casa em qualquer lugar, até mesmo em meio a natureza mais primitiva! Sem dúvida, Deus os destinou como um modelo para os argentinos!
    E o brasileiro:
    - Estão enganados. Olhem para eles: não tem roupas nem sapatos, não tem casa e só podem comer frutas e legumes. Apesar de tudo sentem-se no paraíso. Só podem ser os primeiros brasileiros!

Palavras Cruzadas Evangélicas 140

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Cristãos na Sociedade


Quando Moisés descia do monte Sinai, trazendo as tábuas do testemunho em suas mãos após ter estado na presença de Deus, a pele de seu rosto estava resplandecente. Esta era a segunda vez que ele tinha subido ao monte. Da primeira, ao descer vira que o povo havia feito um bezerro de ouro e o adorava, porque cansara-se de esperar por ele; sua primeira entrevista com Deus no Sinai parecera-lhes muito prolongada e eles começaram a duvidar que Moisés voltaria. Sentindo-se abandonados retornaram à idolatria e fabricaram um deus para si mesmos na forma de um bezerro de ouro. Indignado, ele quebrou as tábuas que Deus havia escrito e castigou duramente o povo. Eles haviam, agora, aprendido a lição e Moisés descia carregando as novas tábuas da lei. Mas o seu rosto resplandecia intensamente, tanto que os filhos de Israel temiam aproximar-se dele. O interessante é que está escrito na Bíblia que "Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele" (Gn 34:29).

Quando voltamos para nossa vida comezinha após havermos estado tido comunhão com Deus, seja na leitura de sua palavra, no escutar de hinos inspiradores, no convívio edificante com os irmãos ou na comunhão de nosso próprio espírito, não percebemos que o nosso rosto guarda uma certa qualidade radiante que denuncia o que estivemos fazendo e com quem temos andado, e que é percebida pelas pessoas ao nosso redor. Por este motivo não deveríamos comportar-nos, após havermos estado na presença de Deus, da maneira comum com a qual estamos bem acostumados, usando o mesmo linguajar e as mesmas roupas inapropriadas. As pessoas percebem a maneira como nos portamos, o que vestimos, o que assistimos na TV, o que lemos, o tipo de piadas que fazemos, os comentários jocosos, e ao mesmo tempo observam o brilho estranho em nossos rostos e ficam confusas, parecendo-lhes que somos pessoas em quem há uma contradição.

A percepção comum das pessoas com relação a uma parte substancial de seus semelhante é que existe neles uma boa dose de hipocrisia e que nunca se pode ter certeza absoluta a respeito de quem é verdadeiramente bem-intencionado e quem está apenas fingindo sê-lo. Aceita-se então que a coisa seja assim, ou seja, a hipocrisia é um elemento constituinte ineludível dos relacionamentos humanos. Muitas pessoas dizem ou aparentam uma coisa e fazem outra.

Quão diferente é o caso dos cristãos na sociedade, quando estes são do tipo que busca constantemente a presença de Deus e o envolvimento com as suas coisas! Quando eles se envolvem com os não cristãos no trabalho, no ambiente familiar, nas ruas da sua cidade e em todas as situações desta vida, aqueles percebem uma radiância em seus rostos que denuncia suas verdadeiras naturezas. Ao mesmo tempo, quantas vezes vêem que seu comportamento não condiz com o que realmente mostram ser através do brilho que irradiam. Suas palavras são vulgares, suas roupas inadequadas, seus gostos vulgares. Que problema é este para os cristãos! Tal como acontecia com Moisés, não percebem que algo neles denuncia a presença daquele com quem estiveram, algo que os outros homens percebem imediatamente. Assim como a glória de Deus refletida no rosto de Moisés começava a desvanecer-se cada vez que ele se afastava da comunhão com o Senhor, da mesma forma acontece conosco: participamos de um culto  onde a presença de Deus é palpável tendo comunhão com ele nos louvores, nas orações, na pregação de sua palavra. Saímos da igreja radiantes, cidadãos de um mundo celestial. Chegamos no ambiente que frequentamos normalmente com este brilho no rosto, mas não o percebemos e não agimos de acordo com isto. Ao contrário, assumimos logo nossa personalidade mais secular! Acontece que este brilho só se desvanece aos poucos, não temos controle sobre isto.

Isto deve ser para o cristão que busca a presença de Deus uma preocupação constante: adequar seu comportamento e sua aparência à natureza que os outros enxergam tão claramente mas da qual ele próprio não está consciente. Que problema é para o cristão que os não-convertidos percebam imediatamente quem ele realmente é, enquanto que ele mesmo não sabe que isto lhes é  visível! Ao descobrirem que a coisa é assim muitos filhos de Deus resolvem fazer algo semelhante ao que Moisés fazia, cobrindo o rosto, disfarçando sua aparência para não terem de comportar-se de maneira condizente com o que os outros percebem ser sua verdadeira natureza, para não terem de assumir o encargo de trazerem ao mundo a mensagem de seu pai celestial. Moisés, neste particular, era-nos superior, pois ele desejava, querendo ser um exemplo para os de seu povo, que só o vissem com aquela aparência celestial, e quando saía do tabernáculo após suas entrevistas  com Deus falava ao povo com o rosto descoberto, aproveitando a glória que ainda nele refulgia; mas depois ele colocava o véu, e só o retirava quando ia de novo conversar com Deus.

Moisés estava sozinho no meio da congregação de Israel, era ele o único que tinha comunhão direta com Deus. Ele mesmo não percebia o brilho em seu próprio rosto, enquanto os outros o percebiam facilmente. Os cristãos, hoje, podem ver o brilho em seus próprios rostos como que refletido em um espelho no rosto de seus irmãos de fé. Por isto, somos menos indesculpáveis do que Moisés quando não adequamos nossa vida exterior à esta realidade tão aparente para o mundo ao nosso redor.

21.7.14

Fatos Interessantes Sobre a Bíblia

Falando sobre a Bíblia e esclarecendo alguns fatos de sua história - quem não conhece este livro maravilhoso? Aqueles que ainda não tiveram o privilégio de ler suas palavras inspiradas ao menos já a viram ou ouviram falar dela. Gostaria de conhecê-la melhor? Continue lendo e encontrará algumas respostas para suas indagações a respeito deste que é, sem dúvida, o mais importante dos livros.

São muitos os que afirmam que a Bíblia não é um livro confiável para nela se conhecer a vontade e a pessoa de Deus pois, dizem, foi "escrita por homens." Porém a Bíblia é um livro que se apresenta a si mesmo como tendo sido escrito, em última instância, pelo próprio Deus que para tal fim usou o serviço de homens aos quais Ele inspirou e dirigiu, colocando em suas mentes as palavras que desejava que escrevessem: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2Tm 3:16). Ela é composta de 66 livros os quais foram escritos nos mais variados estilos literários (poesia, história, profecias, romance histórico, cânticos, códigos de leis, etc.) por mais de 40 autores diferentes, entre eles o estadista Moisés, o pescador Pedro, o boiadeiro Amós, o médico Lucas e o rei Salomão. Foi escrita em lugares diversos e distantes entre si como, por exemplo, o deserto, uma prisão, um palácio, durante uma campanha militar...

Será que a Bíblia inspirada por Deus foi alterada pelos homens no correr dos tempos? Muita gente se faz esta pergunta e alguns até dizem que a verdadeira Bíblia não existe mais. Porém, se admitimos que o próprio Deus a escreveu para nela revelar-se e a sua vontade aos homens, devemos nos perguntar: Será que Ele permitiria que fosse adulterada? Não teria Ele poder suficiente para impedir qualquer alteração significativa em sua palavra? Além disso é possível estabelecer que nenhum documento da história antiga foi tão bem preservado quanto a Bíblia. Entre os judeus, povo que escreveu o Antigo Testamento na sua totalidade e quase todo o Novo, havia sempre um grupo de homens chamados de "escribas" os quais eram encarregados de copiar, preservar e transmitir às próximas gerações os livros da Bíblia com a maior fidelidade e prestando atenção em cada letra, sílaba e palavra.

De acordo com o testemunho dos escritores do Novo Testamento eles realmente viram, ouviram e/ou comprovaram o que escreveram: "Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade" (2Pe 1:16); "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo" (1Jo 1:1-3); "Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem" (Lc 1:1-3); "Antes de tudo vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Cefas e, depois, aos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos  de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem. Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo" (1Co 15:3-8). Os escritores do Novo Testamento escreveram para serem lidos por pessoas que tinham conhecimento dos fatos; muitas delas os haviam vivido juntamente com eles e algumas eram seus oponentes os quais, de bom grado, contestariam qualquer afirmação não verídica.

Quanto ao Novo Testamento, foi escrito na língua grega alguns anos depois da morte de Jesus Cristo. Os manuscritos originais, os quais obviamente não existem mais, foram imediatamente após sua criação copiados inúmeras vezes, e estas cópias circulavam entre as igrejas que já haviam surgido. Atualmente ainda subsistem mais de 5.300 destes manuscritos antigos, alguns dos quais datam de mais ou menos mil e setecentos anos atrás, o que dá ao Novo Testamente o título honroso de "documento da história antiga mais bem confirmado." Comparando, o prestigiado clássico "A Ilíada" de Homero vem logo após em número de  cópias antigas preservadas, com 643 manuscritos sobreviventes, o mais antigo dos quais data de apenas setecentos anos atrás. E ninguém duvida de sua autenticidade. Atualmente, os estudiosos de textos antigos, cotejando as diversas versões existentes, concordam que praticamente cada versículo do Novo Testamento está na forma como foi escrito pela primeira vez há mais ou menos dois mil anos atrás, enquanto que a respeito do texto de Shakespeare, o qual tem pouco mais de duzentos anos, existem sérias dúvidas sobre a autenticidade de uma centena de passagens. Além disso vários escritores e historiadores famosos da antiguidade atestaram a autenticidade do Novo Testamento, entre eles Tácito, Eusébio e Flávio Josefo. Também a arqueologia tem se encarregado de confirmar as afirmações contidas neste livro sagrado. Após o começo das escavações na Palestina aumentou consideravelmente o respeito dos arqueólogos pela Bíblia. Também a literatura a respeito da Bíblia é de longe a mais vasta neste planeta sobre qualquer assunto e não pára de crescer.

Nenhum outro livro foi tão perseguido e examinado negativamente como a Bíblia. Muitos foram os que tentaram destruí-la e proibi-la ou desacreditá-la criticando-a duramente. Entre os seus inimigos mais acirrados contam-se imperadores, papas, governantes e eruditos do mais alto quilate, os quais usaram todo o seu poder e capacidade contra este livro sem, no entanto, conseguirem acabar com ele ou desmoralizá-lo.

Não resta dúvida! A Bíblia, palavra de Deus, apesar de sua antiguidade merece a nossa total confiança e consideração.

20.7.14

Perguntas e Respostas na Bíblia 1-1

Pergunta: Quem foi o primeiro matemático na Bíblia?

Resposta: Moisés, pois escreveu o livro de Números.

Teste Bíblico - As Sete Igrejas de Apocalipse 3

Aperte o botão com a resposta correta:


1- Como Jesus se apresentou aos efésios na carta que escreveu à sua igreja?

Com uma espada aguda de dois gumes.
Tendo na sua destra sete estrelas, e andando no meio dos sete candeeiros de ouro.
Tendo olhos como chama de fogo.


2- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Éfeso?

Regeriam as nações com vara de ferro.
Os que eram da sinagoga de Satanás viriam e prostrar-se-iam aos seu pés.
Comeriam da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.


3- Como Jesus se apresentou aos esmirnenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como o filho de Davi, o filho de Abraão.
Como aquele que, aqui na terra, não tinha onde reclinar a cabeça.
Como o primeiro e o último, que foi morto e reviveu.


4- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Esmirna?

A terra de suas peregrinações, em perpétua possessão.
Não sofreriam o dano da segunda morte.
As chaves do reino dos céus.


5- Como Jesus se apresentou aos pergaminenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como aquele que tem a espada de dois gumes.
Como o noivo que aguarda a sua noiva.
Como aquele que cura toda sorte de doenças e enfermidades.


6- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Pérgamo?

Toda a autoridade e glória dos reinos da terra.
Comer do maná escondido e receber um novo nome.
Seriam refinados por Deus como ouro e como prata.


7- Como Jesus se apresentou aos tiatirenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como o Senhor do céu e da terra.
Como sendo o filho de Deus, com olhos como chama de fogo e os pés como latão reluzente.
Como um profeta que não fica sem honra na sua terra e na sua própria casa.


8- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Tiatira?

Autoridade sobre as nações.
Deus lhes abriria as janelas do céu.
Nascer-lhes-ia o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas.


9- Como Jesus se apresentou aos sardenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como aquele que foi morto, e ao terceiro dia ressuscitou.
Como aquele que está assentado no trono da sua glória, para julgar as doze tribos de Israel.
Como aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas.


10- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Sardes?

Seu nome não seria riscado do livro da vida.
O Senhor os cercaria o dia todo, e habitariam entre os seus ombros.
Seriam como jardins à beira dos rios, como árvores que o Senhor plantara, como cedros junto às águas.


11- Como Jesus se apresentou aos filadelfenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como a pedra que os edificadores rejeitaram, a qual foi posta como pedra angular.
Como o santo e verdadeiro, que tem a chave de Davi.
Como o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu.


12- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Filadélfia?

Seriam uma coluna no templo de Deus.
O coração dos pais seriam convertidos aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais.
Estariam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mão.


13- Como Jesus se apresentou aos laodicenses na carta que escreveu à sua igreja?

Como a testemunha verdadeira, o princípio da criação de Deus.
Como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Como o caminho, e a verdade, e a vida; sem o qual ninguém vem ao Pai.


14- Qual a recompensa prometida aos crentes da igreja de Laodicéia?

Nunca mais teriam fome, nunca mais teriam sede; nem cairia sobre eles o sol, nem calor algum.
Assentar-se-iam com Jesus em seu trono.
Não necessitariam de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiaria; e reinariam pelos séculos dos séculos.

3.7.14

O Poder da Música

    Em um encontro na casa de um irmão onde haviam muitos convidados, o anfitrião vai até o piano e começa a tocar um hino. Alguns minutos depois um dos presentes, que não era conhecido da família, começa a chorar copiosamente. O anfitrião vai até ele e pergunta:
    - Estou vendo que a música o tocou. O senhor é crente?
    - Não! sou professor de piano.